"Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós". 1 Co 5:7.
A fermentação, aqui, ilustra o poder de corrupção do mal. Visto que Cristo, nosso Cordeiro da Páscoa, foi sacrificado, a Igreja deveria ter uma vida sem fermento; do contrário, o fermento do pecado pode se espalhar se não for reprimido. A disciplina ignorada nega o propósito da morte de Cristo. (Bíblia de Estudo Plenitude. Barueri - SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2001).
Desde os primórdios, a maior luta do gênero humano é consigo mesmo. O pecado insiste em bater à nossa porta. Até a morte, não há ninguém que esteja imune à ela, se até o Filho de Deus foi tentado, porque nós não seríamos?
Quando erro o alvo em determinados momentos da vida, não me vem outra passagem além da de Pedro ao negar Jesus.
Ora, considero que Pedro se igualou a Judas Iscariotes, ao negar Jesus em sua frente. Jesus certa oportunidade já tinha falado que aquele que o negar diante dos homens, Ele também o negaria diante do Pai. Santo Deus. Imagine Pedro, depois da morte de Cristo. Como teria ficado a sua consciência? Não tenho dúvida de que foi uma das piores possíveis!
Os demais discípulos diziam: Pedro, vamos comer alguma coisa.
Pedro respondia: Não obrigado, não sinto fome.
É assim que imagino aquela situação. Horas intermináveis para todos, especialmente para Pedro.
Logo ele, que acompanhara tantos milagres de Cristo; logo ele que confessara um amor muito grande ao Mestre. Pedro não sabia se seria perdoado por tal traição. Não obstante, ele não se matou. Preferiu esperar. Pedro também testemunhava o amor de Jesus, ao perdoar a mulher adúltera, ao demonstrar compaixão e graça.
Esta aflição, sem dúvida, chegou ao coração de Deus. E em virtude dela, vemos a resposta divina no livro de Marcos 16:6-7: "Porém ele disse-lhes: não vos assusteis; buscais a Jesus, o Nazareno, que foi crucificado; já ressuscitou, não está aqui; eis aqui o lugar onde o puseram. Mas ide, dizei a seus discípulos e a Pedro que ele vai adiante de vós para a Galileia; ali o vereis, como ele vos disse".
Ora, a referência especial a Pedro é uma garantia de perdão e restauração após suas rejeições a Jesus.
O que pretendo passar, é que vivemos tempos de Pedro. Tempos e situações em que rejeitamos a Cristo, mesmo que não seja diante dos homens, mas também quando estamos sozinhos. Na nossa solidão, e rodeados por fraquezas e incertezas, pecamos diante de Deus. Mas fiel é Aquele que prometeu. Quem confessa e deixa, alcança misericórdia.
Assim diz o Senhor: Me invocareis, e ireis, e orareis a mim, e eu vos ouvirei. E buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração! Jeremias 29:12-13.
Pedro teve sua comunhão com Deus novamente, e a Igreja de Cristo muito foi edificada através dele.
Amados. Ultimamente este tem sido o meu pedido: Senhor, me ensine a buscar de todo o coração. Me guie a orar desesperadamente por Ti. Fica explicado a resposta a Pedro. ELE OROU DESESPERADAMENTE. Notamos isso em várias passagens na Bíblia: Oh Cristo, Filho de Davi, tem misericórdia de mim!
Oremos sedentos! Desesperados! Humildes! Persistentes! Com FÉ!
Graça e Paz!
Enquanto estivermos vivos, sempre haverá Esperança em Cristo Jesus! Não duvide de Seu amor incondicional.
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
sábado, 2 de novembro de 2013
Promessa de Abundância
Hoje a Palavra encontra-se no livro do profeta Joel.
Joel capítulo 2, versículo 18.
Promessa de abundância
“Então o Senhor terá zelo da sua terra, e se compadecerá do seu povo”.
Meus irmãos, no velho testamento podemos notar o amor de Deus pelo povo israelita.
Mas sempre que o Senhor operava maravilhas no meio de Israel, este povo afastava-se do Senhor, mas sempre o Senhor mandava profetas para tentar convencer o povo ao arrependimento dos pecados, dando oportunidade de voltar à presença do Pai. Isso, irmãos, refere-se ao Velho Testamento; agora trazendo os valores para o Novo Testamento por Cristo Jesus, o ideal é o mesmo, convencer o homem que é pecador e que devemos arrepender-nos de nossas falhas, só que este ideal não refere-se unicamente mais à Israel, ou seja, o Senhor estabeleceu um novo Testamento, que daria a oportunidade à todo aquele que cresse no Senhor Jesus, seria salvo, não mais pelas leis, e sim pela graça. Para que possamos entender irmãos, o estado de Graça, é o estado em que a pessoa está perdoada pelos pecados e tem o sentimento de purificação. Enfim o Senhor derramou do seu Espírito para todos, para que todos pudessem desfrutar dos frutos do Espírito, e terem a oportunidade de conhecerem mais e mais do Criador, pois na Palavra diz, que o Senhor abomina o pecado, mas ama o pecador. Tenhamos a ciência que somos pecadores, e de tal amor somos eternos devedores.
Todos os dias o Senhor está trabalhando, salvando e curando vidas, todo dia o Senhor tem se compadecido de nós e nos fazendo povo Seu.
Peço aos irmãos que estejam buscando o Senhor através de suas orações, suplicando-o o perdão dos pecados, e que o Senhor possa lhe dar uma experiência, uma resposta.
Para que enfim, o Espírito Santo possa moldar um novo coração diante do Pai.
Graça e Paz!
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